Refletir sobre e compreender alguns pressupostos andragógicos e as suas possibilidades
na ação de orientação da aprendizagem do adulto tem sido uma grande preocupação não
só dos professores e tutores, mas, também, de gestores acadêmicos e corporativos
preocupados com a relação entre os objetivos educacionais e o alcance de metas na
aprendizagem.

O estudo da andragogia e de alguns dos seus pressupostos derivados
dessa ciência pode abrir caminhos para novos rumos e estratégias de aprendizagem
tanto no mundo empresarial quanto no acadêmico. Revela em suas concepções e
conceitos aspectos teóricos, filosóficos e práticos de fundamental importância para
aqueles que almejam explorar nas competências do adulto, características que lhes são
peculiares e que fazem a diferença em processos de aprendizagem quando inseridas no
contexto educacional que valoriza a experiência de vida, a visão crítica e a capacidade
de intervenção do adulto como o centro das atenções.

Nesse contexto, os pressupostos andragógicos se apresentam como elementos
facilitadores, articuladores e orientadores na relação de aprendizagem entre adultos.

1. Autonomia
Para Knowles, 1970, pai da prática andragógica na comunidade acadêmica, sem a
possibilidade de autonomia a aprendizagem do adulto se restringirá à “aprendizagem

Acesso ao texto na íntegra: http://www.abed.org.br/arquivos/os_10_pressupostos_andragogicos_ENILTON.pdf

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