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Nesse cenário, a oferta de cursos híbridos e online passa por uma série de interrogações e de abstrações no campo da inovação, da expectativa e da “disruptura tecnológica’. A começar pelo modo equivocado como o modelo híbrido tem sido considerado pelo MEC na perspectiva do aprender mediado: híbrido = parte presencial e parte a distância, oficialmente reconhecido como ensino presencial com 20% EaD.

Acesso ao artigo na íntegra:

http://wr3ead.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Hibridismo-na-Educação-3.pdf

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