A gestão de pessoas, por si só, já é como um grande jogo de xadrez, dada a sua natureza estratégica, alinhada ao planejamento empresarial e à complexa relação com metas e resultados. No entanto, atualmente, enfrentamos tempos de turbulência geopolítica intensificada pelo crescimento do nacionalismo sob o novo governo dos EUA, o que repercute diretamente na gestão de pessoas, negócios, trabalho e produção.
Neste contexto, desafios que antes pareciam dominados pelos especialistas em RH e Gestão de Pessoas se tornaram ainda mais complexos e exigentes. Não basta apenas recrutar bem, oferecer benefícios atrativos ou pagar salários competitivos; agora, é crucial ir além…
O mundo dos negócios, serviços, da produção e de seus maiores patrimônios, as pessoas, mira seu olho clínico em algumas variáveis que estão impactando os trabalhos do gestor de pessoas e exigindo uma formação adicional para esse profissional:
1. Meritocracia no lugar da diversidade e do assistencialismo?
Após décadas enfatizando a valorização da diversidade e do assistencialismo nas relações de trabalho, surge uma nova abordagem, liderada pelos EUA, que privilegia a meritocracia como critério para reconhecer talentos empreendedores, criativos e inovadores. Isso reflete uma mudança significativa na gestão de pessoas, que agora enfatiza não apenas características identitárias, mas principalmente habilidades e capacidades para resolver conflitos, atingir metas e promover a inovação. Nessa perspectiva, observa-se como diretriz valorizar a pessoa não pela sua cor, seu status social, sexo ou pelo identitarismo atribuído, mas pelo que ela é capaz, pela sua habilidade de conviver com a complexidade atual de resolver conflitos, cumprir metas e ser empreendedor dentro e fora da organização onde atua.
Leia o texto na integra aqui:gestão de pessoas e os novos desafios